segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

LIVRO DE URÂNTIA




Poucas crônicas espiritualistas sobre as origens e o desenvolvimento do Universo são tão impressionantes quanto o Livro de Urântia, que muitos acreditam ter sido apresentado à humanidade por seres celestiais encarregados de nos instruir a respeito de nossa gênese, de nossa história e de nosso destino, bem como sobre nosso relacionamento com a divindade.
O livro é tido como uma revelação necessária aos habitantes de Urântia, o verdadeiro nome do planeta Terra. Seus ensinamentos abririam novas perspectivas a respeito do espírito humano e sua relação com o desenvolvimento do mundo material, na medida em que oferece detalhes sobre a aventura evolutiva de um universo bondoso, gerenciado por inteligências divinas.
Seu conteúdo possui contornos da mescla que se tornou frequente no século passado entre o espiritualismo americano e o cristianismo, especialmente quando apresentam a sua versão da vida e os ensinamentos de Jesus.
Outro fator que reforça esta percepção é a integração entre ciência, filosofia e religião, destinada servir como significativa contribuição aos pensamentos religiosos e filosóficos dos povos de todo o mundo.
Em todo caso, o Livro de Urantia não pode ser considerado como escritura sagrada de uma nova religião. Seus fundamentos podem ser encontrados em todas tradições religiosas, quer do passado ou do presente.
De maneira muito semelhante ao pensamento gnóstico de Samael Aun Weor, sua proposta central é a de fomentar uma religiosidade íntima, viva e pessoal. Além disso, o conteúdo do Livro de Urântia é mais uma ferramenta de reflexão e transformação da conduta humana, composta por elementos mitológicos atualizados e não por registros históricos que devam ser tomados ao pé da letra.
É importante destacar ainda que a intenção do Livro de Urântia é apresentar conceitos mais amplos e uma verdade mais avançada, em um esforço para expandir a consciência cósmica e aumentar a percepção espiritual das pessoas. Entre outros temas, o livro trata da origem e do significado da vida, do lugar da humanidade no universo e sua relação com Deus, além da vida de Jesus.
Às vezes chamado de Documentos de Urântia ou Revelações da Quinta Época, este livro espiritual e filosófico surgiu em algum momento entre os anos de 1924 e 1955, em Chicago, no estado norte-americano do Illinois. A Fundação Urântia, uma organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos, publicou o Livro de Urântia pela primeira vez em inglês no ano de 1955. Desde então, ele já foi traduzido para outros 14 idiomas.
Mesmo assim, as circunstâncias exatas da origem do Livro de Urântia são desconhecidas. Nem o livro e nem a editora apontam um autor específico ou mesmo humano. Ao invés disso, é dito que foi apresentado por numerosos seres celestiais que tinham como missão fornecer à humanidade uma revelação religiosa atualizada. Cada capítulo ou escrito é assinado por um ou mais seres celestiais.
Contudo, existe uma história a respeito do casal Sadler, médicos de Chicago, que foram abordados num certo dia do ano de 1911 por uma vizinha preocupada com o sono profundo e a respiração pesada do marido. O casal de médicos passou a acompanhar o caso e, com o passar do tempo, perceberam que o indivíduo produzia comunicações verbais que afirmava serem de entidades sobrenaturais.
Isso mudou em 1925, quando a forma de comunicação destes seres passou a ser a escrita, e desde então surgiu um volume descomunal de informações que teriam formado o Livro de Urântia. Curiosamente, um dos Sadlers era conhecido como um importante desmascarador de acontecimentos paranormais, uma espécie de Padre Quevedo da região.
Logo o casal Sadler começou a promover reuniões de amigos e colegas para discussões intelectuais a respeito das comunicações estranhas. Pouco depois, uma das comunicações informou que aquele grupo tinha a permissão para elaborar perguntas, e que respostas seriam dadas pelos seres celestiais através da personalidade de contato.
O grupo elaborou centenas de perguntas sem muito compromisso com a seriedade, e mesmo assim alegaram que isso resultou no aparecimento inexplicável de respostas na forma de documentos escritos. Eles ficaram ainda mais impressionado com a qualidade das respostas e continuaram a fazer perguntas, até que todos os escritos que agora são reunidos como o Livro de Urântia foram obtidos.
Enfim, o Livro de Urântia é composto de um prefácio introdutório seguido por 196 escritos divididos em quatro partes. O prefácio é apresentado como um guia para a linguagem desenvolvida mais detalhadamente na Parte I, e fornece uma explicação para as palavras e frases que servem para designar a Deidade e certos conceitos associados às coisas, aos significados e aos valores da realidade universal.
A Parte I consiste de 31 escritos que abordam o que são considerados os mais altos níveis da Criação, começando com o Eterno e Infinito Pai Universal, a Trindade à ele associada, e a Ilha do Paraíso. A Parte II é composta de 25 escritos referentes à origem, administração e personalidades de Universos Locais, em particular o Universo Local de Nebadon, no qual Urântia está contido. Aqui são apresentados os habitantes dos Universos Locais e seus trabalhos coordenados com o esquema de ascensão espiritual e progressão de diferentes ordens de seres.
A Parte III inclui 48 escritos que compilam uma ampla história da Terra, apresentando uma explicação da suposta origem, finalidade, evolução, e destino do nosso mundo e seus habitantes. Outros 15 escritos adicionais abrangem temas diversos, tais como a Religião na Experiência Humana, o conceito do Ajustador do Pensamento, a Sobrevivência da Personalidade, e as Honras do Cristo Michael.
Mais 77 escritos compõem a Parte IV, na qual são narrados a Vida e os Ensinamentos de Jesus, com informações sobre sua infância, adolescência, vida familiar, ministério público e os eventos que levaram à sua crucificação, morte e ressurreição. Na sequência são contadas as suas aparições depois da ressurreição, e todos estes eventos servem para ilustrar os conceitos apresentados nas três primeiras partes.
Nem todos acreditam no conteúdo do Livro de Urântia, mas muitas pessoas, como é o caso do guitarrista Steve Ray Vaughan, costumam ler suas passagens para buscar inspiração. Outros o leem como uma forma de ficção científica ou fantasia. De qualquer forma, é inegável que possui um estilo avançado de escrita e um nível altíssimo de consistência interna para os padrões da literatura.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DEPOIS DE UM TEMPO... VOCÊ APRENDE


Depois de um tempo

Depois de um tempo você aprende
a sutil diferença entre
segurar uma mão e acorrentar uma alma
e você aprende
que amar não significa apoiar-se
e companhia não quer sempre dizer segurança
e você começa a aprender
que beijos não são contratos
e presentes não são promessas
e você começa a aceitar suas derrotas
com sua cabeça erguida e seus olhos adiante
com a graça de mulher, não a tristeza de uma ciança
e você aprende
a construir todas as estradas hoje
porque o terreno de amanhã é
demasiado incerto para planos
e futuros têm o hábito de cair
no meio do vôo
Depois de um tempo você aprende
que até mesmo a luz do sol queima
se você a tiver demais
então você planta seu próprio jardim
e enfeita sua própria alma
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores
E você aprende que você realmente pode resistir
você realmente é forte
você realmente tem valor
e você aprende
e você aprende
com cada adeus, você aprende.
Veronica Shoffstall



O poema é errôneamente atribuído a William Shakespeare (jogada pra aumentar as visualizações)

sábado, 14 de setembro de 2013

E se a vida rodasse ao contrário?

Uma diferença de nove anos entre um filme e outro e a trilogia se completa. Antes de me aprofundar em qualquer reflexão, vale lembrar que, como já dito pelo amigo João Baldi, seu relacionamento é melhor do que qualquer romance de cinema.
Mas, dito isso, é preciso também saber que a sétima arte serve de termômetro para o que anda acontecendo por aí, desde a visão macro (a política mundial, as guerras, as visões universais de cultura e sociedade) até o micro de tudo isso (a sua vidinha e a minha vidinha). Logo, para saber se estamos mesmo nos trilhos, uma olhadinha nos filmes vai dar uma boa direção.
E, me diz: como anda o teu relacionamento?
Obs. importante: se você ainda não viu os filmes Antes do Amanhecer (1995), Antes do Pôr-do-Sol(2004) e Antes da Meia-Noite (2013), pode rolar alguns spoilers. Se você não liga para isso, vai entender o texto mesmo assim. Pode continuar lendo.
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Quando botamos os pés na casa dos vinte anos, entramos em uma quebra de ritmo de vida. Paramos (nem todos, mas vamos manter essa linha de raciocínio) de depender de nossos pais, de vê-los como comandantes dos nossos atos e passamos a vê-los como iguais, como pessoas que, como a gente, estão levando a vida. Tudo é novo e intenso. Nasce, nesse momento, uma necessidade de conhecer mais o mundo e as relações que temos com ele. Cresce a intensidade de como olhamos e reparamos as coisas.
A vida amorosa é assim e foi assim com Jesse e Celine, personagens do Antes do Amanhecer. Eles se falam em um trem, descem em Viena no começo da tarde e precisam tomar, um do outro, o máximo de sabores que podem conseguir. Eles se exibem um para o outro, enfiam um ao outro em um pedestal e se entregam com força total nessa coisa doida que é se apaixonar. Tudo isso antes do Sol tornar a nascer. Depois disso, eles precisam ir embora, conhecer outras coisas e são lúcidos o suficiente para deixar o outro ir embora para, depois de maturado, poderem — um dia — tornar a se encontrar.
Eles sabem que o que tiveram foi delicioso, mas que tudo não passou de um recorte da vida todinha.
Pois bem. Passam nove anos.
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O segundo filme, Antes do Pôr-do-Sol, é uma tristeza só. Um filme lindo, claro, mas com uma inversão sutil de expectativa que só é percebida (pelo menos só foi percebida por mim) quando se tem nas mãos a terceira e última película (chegaremos lá). Nessa parte que liga começo e fim, o casal Jesse e Celine se encontram depois que ele vai à França como um escritor com livro recém lançado e a encontra em uma sessão de autógrafos.
Antes, o que seria um momento bonito de reencontro de duas pessoas que tiveram algo lindo e inesquecível no passado, agora é uma prova da lástima de vida de ambos. Ele, um cara casado e preso a um relacionamento do qual não gosta e, ela, uma mulher que tem um surto e resolve procurar um cara que ficou quase uma década atrás.
Se pararmos para analisar, o segundo filme é sobre isso, conta que, depois de anos, o casal não se encontrou em seus mundos. Como uma fuga da realidade chata de ambos, eles resolvem se apegar um ao outro. O primeiro filme deixa no ar as perguntas de como seria. Agora, ele evidencia duas vidas chatas que param para pensar no que teria sido. O futuro do pretérito, nesse caso, não é agradável (“meu deus, será que eu seria um homem melhor se tivesse mantido contato com ela?”. Ou “minha nossa, será que eu seria uma mulher mais feliz se não tivesse deixado ele ir sem ao menos pegar um número de telefone?”).
Mas lá estão ambos, largando tudo para ficarem juntos e, no cinema — ou seja, na ficção — isso é lindo.
E agora chegamos ao último filme. Jesse e Celine estão casados, tiveram duas gêmeas lindas de morrer e estão passando férias na Grécia. É chegado o momento que provavelmente nem eles e nem nós, os espectadores, esperávamos: a hora de pensar tudo o que efetivamente foi.
Ou seja, foram dois filmes que mostram divagações, enquanto a última obra evidencia a realidade. São duas pessoas vivendo a vida juntos. Filhos, contas, frustrações, muletas.
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Eles dependem um do outro, precisam do apoio um do outro para caminharem, mesmo que seja para o lado oposto ao que queriam. Ela está em crise com o trabalho e ele não ajuda. Ele está em profunda crise com sua consciência de ter largado o filho do primeiro casamento na América enquanto ele goza a vida na Europa e ela, claro, não ajuda. É uma dependência exacerbada que dá a liberdade de, em um confrontamento da realidade, eles resolvem se atacar para expor suas frustrações.
Eles entram no paradoxo: um depende do outro, mas coisas boas e cruciais deixam de acontecer porque eles dependem um do outro.
Eles brigam, percebem a derrocada, os truques fofos não funcionam mais. Mesmo assim, eles ainda tiram forças e entram no jogo mais uma vez.

A realidade

E voltamos os olhos para nós mesmos. Três filmes que serviram como um baita indicador para analisarmos como enaltecemos de forma exacerbada um romance, como botamos a realidade sob um pano de bonitezas e como utilizamos esses artifícios como arrimo para nossas vidas.
Estamos sempre jogando (estejam certos disso), mas o perigo chega quando nem percebemos mais até onde estamos apostando, até qual ponto estamos colocando anseios na frente do que é real.

Agora pense tudo ao contrário

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Imaginem um casal, os mesmos Jesse e Celine, começando um relacionamento na Grécia. Eles começam se conhecendo a fundo no real da coisa, expondo seus podres e frustrações, abrindo o jogo quanto aos defeitos um do outro, expondo suas piadas que envolvem sexo e religião logo de cara. Tudo começa com o abandono do jogo, com a deixa do endeusamento do relacionamento. Toda a realidade é colocada na mesa antes de qualquer movimento.
Nove anos depois, vemos esse mesmo casal, agora na França, contando um para o outro todas as frustrações que sentiram na década passada, relatando tudo isso com singela esperança, se olhando de um jeito diferente, já íntimos, mas ainda faltando algo para se sentirem juntos e completos.
Se passa mais uma década e vemos o mesmo casal em Viena, viajando para conhecer mais coisas do mundo, zanzando a noite e trocando carícias, confidências, explorando ao máximo a delícia de estarem juntos. A trilogia termina com os dois se paquerando em um trem, não como negação da realidade, mas como uma vontade real de estarem juntos.
Muito real para Hollywood? Muito real… pra gente mesmo?

Conheça uma pessoa

É tanta coisa junta que nem sei bem por onde começar. Mesmo assim, vou tentar organizar as ideias.
Desmondo Ray tem 33 anos e 3/4, é solitário e tem amor para oferecer.
Ele não é muito de problemas: mora com o pai, está um pouco acima do peso, tem uma postura arqueada e possui uma voz e fala infantis, é parcialmente careca e parece ser muito desajustado socialmente.
Mas ele tem seu carisma. Seus gostos incluem fazer xixi na chuva, ver edifícios queimando, fazer desenhos ofensivos, colecionar lembranças, atirar em objetos com o dedo (imaginando-os explodindo), ouvir música triste e ter pensamentos felizes, ver fotografias antigas da família.
Ele possui uma tremenda aversão a mágicos, porque eles mentem. Desmondo trabalha em um campo de golfe local coletando as bolinhas que caem na água. Pare ele, é uma profissão bem boa porque lá, embaixo da água, tudo é fascinante e fácil de entender.
Vejam esse vídeo de menos três minutos e conheçam o Desmondo Ray:
Alguns aqui podem pensar que se trata de um cara maluco, um pobre coitado que não faz ideia de como conviver em sociedade, um lunático em potencial que coleciona relíquias nazistas, um peso morto para o mundo, um atraso evidente para a humanidade.
Mas eu digo que há muito tempo eu não conhecia alguém tão verdadeiro e encantador quanto o Desmondo. E olha que estamos falando de um desenho escolhido pela equipe do Vimeo como dos vídeos favoritos da semana. Estamos falando de um grandalhão que não faz a menor cerimônia com os decoros coletivos, que se expõe como quase ninguém tem bolas para se expor, que pede por afeição, que se agarra até os últimos (e pouquíssimos) fios de cabelo para ter um mínimo de atenção, de compartilhar suas viagens mentais.
Por deus, como ele perde batalhas. É um homem de 33 anos e 3/4 que ainda vive com seu pai, que trabalha em um empregozinho que exige pouco ou quase nada, que não pega mulher, não possui amigos que o aturem, vive a vida com migalhas da imaginação, buscando saber mais sobre pessoas estáticas e imortalizadas por engano ou inércia em fotos antigas.
Desmondo é um cara que não faz mal pra ninguém (ok, o lance nazista é uma hipérbole mal formulada e temos discernimento suficiente para deixar de lado a discussão), que se preocupa com seu pai com toda uma ternura pueril. Ele não passa por cima de  ninguém e não fica remoendo suas frustrações. Ele apenas se percebe solitário e vai em busca de amizade, de um amor, tudo isso em uma gravação em fita que ele mandaria (ou mandou) para aquelas empresas americanas que arrumam encontros.
Solidão, fracasso, incapacidade, a eterna busca por algo melhor. Conhece alguém com essas características?
Somos todos Desmondo Ray. Apenas sabemos — sábia ou estupidamente — disfarçar, maquiar essas nossas facetas. Estamos todos em busca de atenção, aprovação, um tanto de afeto para preencher o nosso vazio humano. Tal qual cachorrinhos, queremos ser amados, ter o fucinho acariciado, queremos que todos vejam como conseguimos buscar o graveto tão longe alguém possa arremessar, tão rápido podemos trazer de volta.
Somos todos Desmondo Ray. Temos, cada um com suas características específicas, momentos e atos e pensamentos que são asquerosos para outras pessoas, derrotados em nossas atitudes muitas vezes patéticas. Contamos uma piada que ninguém ri, perdemos o ônibus porque não conseguimos correr o bastante, ficamos parados no trânsito mesmo com o carrão mais agressivo e potente. Há sempre alguém maior e melhor que nós.
Somos todos Desmondo Ray e somos atacados por algo que dissemos, um recorte minúsculo do que somos. Somos difamados pelo simples fato de termos barriga, de termos narizes tortos, de usarmos óculos estranho, de não fazermos parte dos belos, daqueles que possuem corpos e olhos e cabelos cultuados. Aos que estão nesse grupo, constantemente são atacados por — obviamente (!?) serem burros, desprovidos de intelecto, entregues ao consumismo e às prisões da estética.
Não adianta. Somos todos Desmondo Ray.
E a culpa é toda nossa. Da nossa pressa e do nosso julgamento precipitado.
Somos todos Desmond0 Ray e queremos eliminar todos os Desmondo Rays que aparecerem em nossas vidas, afinal, odiamos ver nossas falhas no espelho.
Conheçam a si mesmos e assumam a si mesmos. Conheçam o Desmondo Ray.
 / papo de homem

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

MADRE TERESA. UMA GRANDE MULHER

A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é Vida, defenda-a...


Madre Teresa

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

CONHEÇA O MARANHÃO


O maranhense não conhece e valoriza o que tem no quintal. E precisa ver um vídeo na internet pra entender o nosso potencial.